É um filme-documentário americano de 1982 dirigido por Golfrey Reggio e música de Philip Glass. Consiste em filmagens em câmera lenta e em time-lapse, uma técnica de aceleramento de imagens.
São imagens de cidades e paisagens naturais dos Estados Unidos, e sem diálogos.
Koyaanisqatsi é uma palavra da língua Hopi, uma etnia indígena norte americana, que significa vida louca, vida fora do equilíbrio.
Ele é o primeiro de uma triologia, seguido por Powaqqatsi de 1988 e de Naqoyqatsi de 2002.
Consegui postar o filme finalmente. Ele está no vimeo.
"Encontramos uma estranha pegada nas margens do desconhecido. Inventamos teorias profundas, uma após a outra, para explicar sua origem. Finalmente conseguimos reconstruir a criatura que deixou tal marca. E surpresa! A marca é nossa."
Sobre as críticas, quero apenas achar a atenção sobre o autor do livro "O culto do Amador", o Sr. Andrew Keen. Ele faz pesadas críticas ao Wikipédia e ao amadorismo da internet.
A internet é um ambiente livre, onde há espaço para inovações e experimentações. Alguém acredita que há espaço para inovações na grande mídia. Tudo já é padronizado para os anunciantes.
Fica claro sua intenção na regulação de conteúdo da internet. Isso é inaceitável!
Ele é um lobista da grande mídia, seu mercado é convencer existem pessoas melhores e mais capacitadas que você, e que essas pessoas sabem como você deve andar, o que deve vestir, em que você deve pensar e o que você deve assistir.
Li um trecho que seu livro, ele apresenta dados de que como esse amadorismo fez cair o faturamento dos jornais com a publicação de anúncios... bizarro...
O livro é a editora Zahar e um trecho pode ser baixado através do site.
Tratamos pixação e graffiti de forma diferente no Brasil. Pixação é coisa de marginalizado, graffiti já é aceito como arte.
Conversando com um alemão, descobri que para eles existem apenas graffiti para denominar esta arte urbana marginalizada. Nas áreas turísticas a manutenção do governo, com relação ao sprey, é periódica, por isso os turistas não as observam. Nas áreas urbanas residenciais é possível ver o graffiti por toda parte. É uma forma de expressão autêntica e espontânea do povo.
Logo abaixo postei um vídeo chamado "berlin spricht...für sich"(Berlin fala por si), o próprio nome diz por si só:
Abaixo o vídeo "berlin spricht wieder - emus primus" (berlin fala novamente - emus primus).
Abaixo o vídeo "berlin sprincht - a tribute to berlin streetart" (berlin fala - um tributo a arte de rua de Berlin)
Os vídeos foram produzidos pelo projeto eastxcross com a música de Emus Primus. Seu trabalho encontra-se disponível para download gratuito no site:
Sempre me perguntei sobre porque que com tanta tecnologia as lâmpadas ainda duram tão pouco. Porque as camisas dos times de futebol mudam todos os anos? Porque todos os anos as roupas da moda são tão diferentes umas das outras?
As coisas são feitas para terem prazo de validade para que possamos continuar a consumir. Assista a esse documentário chamado "A História Secreta da Obsolescência Planejada". Vídeo conta a história do modo de vida americano dos anos 50, baseado no consumismo.
Visto o filme é impossível não de indignar. É uma prática criminosa. Ou ela surge de forma física quando um equipamento deixa de funcionar, ou ela surge de forma subjetiva como no exemplo da moda.
O vídeo chama muito a atenção sobre o lado ambiental do consumismo. Penso que o lado ambiental é extremamente importante, mas quero questionar o lado humano da coisa.
Vivemos para consumir, somos muito mais que consumidores. Somos humanos. Acredito que devemos refletir sobre a nossa relação com nosso trabalho. Devemos refletir sobre essa busca louca de desenvolvimento pelo desenvolvimento.
Quero contar um caso real que aconteceu comigo:
Meu colega de trabalho me perguntou qual carro que eu tinha. Eu respondi que tinha um carro popular. Ele me perguntou se eu me sentia feliz. Eu disse que sim. Ele me questionou falando que eu não poderia me sentir feliz. Eu falei que meu carro andava para frente e para trás, isso pra mim já era suficiente. Ele me chamou de acomodado.
Acho que sua alma foi tomada pelo consumismo!!!
Será que toda esse máquina tocada pelo consumismo trás desenvolvimento econômico para toda a sociedade? Não, ela trás o desenvolvimento econômico para uma pequena parcela da sociedade. A prova disso é que é visível a grande e cada vez maior desigualdade social.
E será que toda essa máquina trás desenvolvimento social? Não, acredito que andamos bem com relação a tecnologia, mas socialmente estamos na pré-história. A tecnologia reduziu a distância entre as pessoas, mas continuamos incomunicáveis. Aumentamos nossa expectativa de vida e não sabemos o que fazer com ela além de irmos ao shopping consumir.
Obsolescência Programa é uma estratégia de consumo que devemos sempre que possível superá-la, principalmente quando ela surge de forma subjetiva.
O Wikimedia é uma organização que tem como objetivo a difusão do conhecimento. São vários sites de livre acesso e edição. Ou seja, é possível as pessoas complementarem continuamente o conhecimento sobre um determinado assunto. Sem o monopólio dos reis do conhecimento vigente. O site mais famoso é o Wikipédia.
Acesse e confira a lista dos projetos existentes. Disponível em vários idiomas!
A Wikiverdade faz parte do grupo do Wikemedia. Sua "filial" em língua portuguesa é muito fraca, comparada com outros idiomas. Quero lembrar que o português é 5ª língua mais falada do mundo.
Acredito que seja, em parte, devido a falta de conhecimento das pessoas de saber que existe tal recurso, consequentemente poucas pessoas podem editar. Em parte também acredito que, pelo menos no Brasil, não existe a preocupação de se traduzir esses trabalhos para o português, quando alguém sabe um pouco de inglês técnico, ele pode consultar o Wikiversity em inglês, estudar por ele mesmo sem fazer qualquer acréscimo ao Wikiversidade, em português.
Mas, o que mais me preocupa é que eu vejo algumas universidades monopolizando o seu acesso. Ele criam links de dentro do Wikiversidade para suas páginas pessoais restringindo o acesso apenas para seus alunos.
A ideia básica do Wiki é o livre acesso e edição. Seus artigos não possuem proprietários. Vejo a vaidade de professores universitários brasileiros, já que os links são de universidades brasileiras, para se mostrarem detentores do determinado conhecimento. Estão usando uma ferramenta nova, com os padrões antigos. O conhecimento é de propriedade da humanidade. Compre essa briga! Acesse e edite. Vamos trabalhar para que todos tenham direitos de acesso a informação.
Traços que me chama atenção pela cidade. Meu grande amigo tirou um foto, e me cedeu gentilmente, deste maravilhoso graffiti que veio a dar forma ao meu trabalho.
Aproveitando a oportunidade quero apresentar outro graffiti que gosto
Uma boa dica sobre simução computacional de experimentos científicos básicos. É recomendado para qualquer pessoa que goste de ciências e principamente para professores com poucos recursos laboratorias. Basta ter um computador e acesso a internet.
É possível fazer doações para o site. O site se define como:
" Sobre a PhET
PhET oferece gratuitamente simulações de fenômenos físicos divertidas, interativas e baseadas em pesquisa .
Acreditamos que nossa abordagem com base em pesquisa incorpora
descobertas de pesquisas prévias e nossos próprios testes, habilitam os
alunos a fazer conexões entre os fenômenos da vida real e a ciência
básica, aprofundando a sua compreensão e apreciação do mundo físico...."
Sobre a pixação sempre fui daquela opinião que é um absurdo É uma coisa feia, que é uma sujeira, uma destruição. Esse papo todos já conhecem... Conversando com meu amigo passei a pensar no assunto de forma mais crítica. De forma mais adulta. O que leva alguém a fazer algo ilegal? Tomar uma surra, um tiro... Veja o trailler do documentário Pixo logo abaixo:
Através do video percebi o tão complexo é o assunto. É um documentário feito pelos pixadores então vejo seus argumentos com credibilidade, diferentemente se fosse um documentário da grande mídia.
Se definem como anarquistas, admitem que o que fazem é um ato de enfrentamento, buscam agredir a sociedade. Existem categorias de pixadores. É uma arte que tem o seu próprio público, eles mesmos. Eles conversando com eles mesmos. É uma busca por adrenalina. Gosto da seguinte frase "... que juventude é essa que precisa se expressar através da destruição...". Tinta no muro, ele está realmente descruído?
Eles precisam criar uma logomarca para chamar a atenção. Competir com toda a poluição visual. Pensando por este lado, não vejo direfença entre pixação e publicidade. Porque a publicidade está alí? Eu não quero ela alí, da mesma forma que a pixação. Acho que o consumismo fomentado pela publicidade é muito mais destrutivo que a pixação, sem comparação! Porque publicidade pode e pixação não pode?
Pode ser considerado arte? Usando outra frase do documentário, se um cara peida na tela e é arte, porque pixação não é? Pixador é um artista frustado? Talvés. Alguns sim, porque acredito que alguns querem espaço, uma forma de expressar e ser reconhecido. Outros não, outros só querem se mostrar e procuram adrenalina de uma forma pouco convencional. Nem todos os pixadores possuem uma discussão política a respeito do seu ato. Acredito também que ela pode ser um termômetro social sobre a nossa sociedade, porque temos o hábito marginalizar tudo que está fora do padrão da publicidade.
Quero chamar a atenção para o frase de um senhor que falou que mataria um pixador se ele pixasse o seu moro... Ele questiona se ele seria criminoso?
O seu muro faz parte da rua ou da sua casa? Onde termina o privado e aonde começa o público? É claro que eu não gostaria que pixasse a minha casa, não tenho opinião a respeito ainda, mas vejo esse assunto com outros olhos agora.
Eu tenho o interessede assistir o documentário completo. Quem poder me ajudar a encontrá-lo, favor entrar com contato comigo nos comentários. Obrigado!
Estou inspirado pelo Wikipédia. Uma comunidade onde
pessoas trabalham voluntariamente pelo prazer para divulgar, compartilhar e
melhorar a informação e o conhecimento. Acho incrível os artigos não terem assinatura.
Estou acostumado em ver as pessoas trabalhando para ter seus nomes escritos em
algum lugar como forma de reconhecimento.
O fato de ninguém assinar os artigos, e também da
possibilidade de qualquer um editar, me faz pensar sobre a efemeridade do indivíduo e a continuidade da obra intelectual humana. É um choque de realidade saber que as coisas existem independentes da
gente. O poder é uma forma de imortalidade.
Somos acostumados à hierarquia, ao culto, ao
consumo. Esse modo de vida não eh viável, não é sustentável. Vivemos numa
sociedade doentia de maneira doentia. Gosto do vídeo abaixo, chama-se A Historia das Coisas:
Gosto muito desta ideia e apesar de um filme americano,
falando da realidade americana, buscamos o mesmo estilo de vida.
Contudo, queria registrar aqui a minha satisfação de existir o grupo Wikipédia. Não apresento nada de novo.
Apresento o que existe. Quero ser apresentado a uma mudança de postura pessoal.
Falo para poucos, mas falando para alguém.
Acredito que todos devem ter o direito de ter
acesso à informação. Acredito que todos devem ter o direito de divulgar o seu
trabalho, sua arte, seu estilo, seu pensamento. Não cabe mais um grupo de pequeno
de pessoas ditarem nosso modo de vida, nosso ponto de vista. Não cabe mais
vivermos padronizados.
Coloque no mudo a televisão durante a
propaganda. Mude de estação quando entrar no comercial. Somos suficientemente
capazes de dar direção a nossas vidas sem o consumismo. Trabalhe sim, estude
sim, mas também observe as coisas e as pessoas a sua volta, viva. Não existem ídolos
e nem super-homens. Acredite nas coisas em que você acredita.
Pense em algo. Pense nas coisas que estão na
sua cabeça. Existe prazer nisso. Paradigmas podem ser quebrados. Mudamos.
Sempre mudamos. Coisas mudam, você não?
Internet possibilita isso que estou fazendo...
falar para o nada. Se existe alguém aqui, ótimo. Procuro me observar com tudo
isso. Estou comendo algodão doce.